
Policiais pressionam Congresso pela aprovação da PEC 300
Policiais militares e bombeiros prometem ações contra a população e até greve como pressão para aprovar a emenda constitucional que estabelece um piso nacional de R$ 4,5 mil para as categorias.
A subida de tom das ameaças é uma resposta da categoria e dos deputados que apoiam a PEC 300 à orientação do presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), de engavetar a proposta e submeter ao Plenário a PEC 446/09, que cria o piso salarial para os servidores policiais e remete a definição do novo valor a uma lei federal, a ser enviada pelo governo ao Congresso no prazo máximo de um ano.
Contrariados com a sinalização de que a Câmara vai enterrar a proposta de emenda à Constituição (PEC) 300/08, que atrela o salário inicial dos policias e bombeiros militares aos vencimentos de seus colegas do Distrito Federal, os policiais prometem radicalizar no corpo a corpo com os parlamentares nos estados e explorar o assunto eleitoralmente.
Radical. Caso os militares resolvam radicalizar, eles prometem além do aquartelamento, tornar a vida do cidadão comum bem mais difícil. Algo classificado por eles mesmos como “apertar parafuso e não deixar passar nada”. Intensificar blitz em portas de motéis e no trânsito, por exemplo. Aqui em Fortaleza já é possível encontrar carros circulando com adesivos em apoio a PEC 300.
Artigos Relacionados:



Fale com o autor